Devido às diferenças entre o modelo de marca própria e o de marca branca, algumas corretoras de câmbio ficam em dúvida na hora de escolher entre os dois. Este artigo explica detalhadamente os conceitos de marca própria e marca branca e faz uma análise comparativa das vantagens e desvantagens de cada um, oferecendo dicas úteis para a escolha das corretoras de câmbio.

I. O que são marca própria e white label
1. O que é uma marca própria?
Na corretora de Forex, a marca própria significa que a corretora detém todo o sistema de negociação e todas as permissões, podendo fazer desenvolvimento secundário, adicionar plug-ins de controle de risco, integrar um back-end de liquidação e assim por diante. Em termos de divulgação, dá pra adicionar plug-ins como micro-negociação, sem nenhuma restrição. Mas o custo da marca própria é bem alto, sendo mais adequada para corretoras maduras e com certa experiência.
2. O que é uma marca branca?
A marca branca no Forex é quando uma corretora oferece serviços de marca branca para outra empresa que quer se tornar corretora. Ou seja, uma plataforma de Forex fornece serviços de TI para que a empresa tenha seu próprio logotipo e possa oferecer cotações aos clientes com sua própria marca, tornando-se assim uma corretora.Dependendo dos serviços oferecidos, o white label pode ser dividido em três tipos: white label completo, semi-white label e white label limitado.
II. Comparação entre as vantagens e desvantagens da marca própria e da marca branca
1. Regulamentação diferente
A marca própria no mercado de câmbio tem exigências regulatórias mais rigorosas; a plataforma de marca própria precisa ter uma licença de regulador oficial e é supervisionada pelas autoridades financeiras locais; já a marca branca no mercado de câmbio tem exigências regulatórias mais flexíveis. Como não há leis específicas, nem no país nem no exterior, que regulamentem a marca branca, o nível de exigência é mais baixo, e as plataformas de marca branca no mercado de câmbio enfrentam regulamentações relativamente mais flexíveis.
2. Custos operacionais diferentes
As plataformas próprias têm custos altos, enquanto as white label têm custos baixos. A diferença nos custos do software de negociação e dos servidores é a principal razão para essa diferença de custos entre as duas.Os custos com software e servidores das plataformas “white label” são mais baixos, e, na fase inicial, é possível usar os servidores de graça; já nas plataformas “branded”, esses custos são mais altos. Resumindo, montar uma plataforma “white label” de câmbio pode custar, no mínimo, algumas centenas de milhares, enquanto montar uma plataforma “branded” custa mais de um milhão.
3. Flexibilidade diferente
A plataforma white label carece de flexibilidade: o controle sobre as operações é menor, as funcionalidades são limitadas e, na hora de atualizar o sistema, você fica sujeito às restrições da empresa proprietária da marca. Além disso, a plataforma white label também enfrenta restrições em relação à configuração de permissões no back-end, definição de funcionalidades, permissões de produtos e serviços e capacidade de grupos de clientes; já a marca própria oferece maior flexibilidade e amplas permissões, permitindo ajustes e configurações a qualquer momento.
4. Perspectivas de desenvolvimento diferentes
Comparadas às plataformas próprias, as perspectivas de desenvolvimento das plataformas white label são limitadas, pois elas ficam sujeitas à empresa principal em muitos aspectos, dependem muito dela e podem facilmente cair em uma situação passiva. Já as plataformas próprias têm seus próprios servidores independentes, fazem parcerias diretas com provedores de tráfego, são regulamentadas pelas autoridades de câmbio, oferecem mais flexibilidade, têm grande potencial de crescimento e garantem mais segurança para as contas dos clientes.
3. Escolher entre marca própria ou white label?
Pra quem quer montar uma plataforma de câmbio, escolher entre white label e marca própria é realmente uma dúvida.Para corretoras de câmbio iniciantes, que talvez ainda não tenham muita experiência no ramo e não disponham de um capital robusto, a marca branca — com seu baixo custo e serviço completo — pode ser uma boa opção. Clique aqui para saber como corretoras de câmbio iniciantes podem montar rapidamente uma plataforma de negociação usando a marca branca.À medida que a empresa vai crescendo e o negócio de câmbio amadurece, dá pra fazer a transição para uma plataforma com marca própria.
Resumo
Tanto a marca própria quanto a marca branca têm suas vantagens; ao abrir uma corretora de câmbio, você pode escolher entre uma marca própria ou uma marca branca de acordo com a situação da sua empresa.
Atenção: como a MetaQuotes (empresa controladora dos softwares MT4 e MT5) endureceu as regras de inscrição, exigindo que tanto as empresas de marca própria quanto as de white label enviem a documentação KYC atualizada da MetaQuotes, muitas corretoras de câmbio iniciantes não conseguem passar na verificação.A MetaQuotes costuma enviar um link, pedindo que o dono da empresa clique nele, ligue a câmera, grave um vídeo e tire fotos (de frente, do lado esquerdo e do lado direito) e, com a câmera ligada, envie os arquivos. Antes, provedores de tecnologia como a Leverate podiam coletar os arquivos e enviá-los.
Recomendamos que você escolha a plataforma de negociação Sirix, da Leverate. A Sirix já atende 300 corretoras e pode ser usada na web, em computadores e em dispositivos móveis. Seus servidores de altíssimo desempenho garantem que não haja travamentos durante as negociações, oferecendo uma velocidade de execução extremamente alta.